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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Onde encontrar o livro "A lua do meio-dia"

Eis os locais onde encontrar meu novo livro de poemas, "A lua do meio-dia":

Londrina – PR
Loja
• Catuaí Shopping (loja D1) Fone (43) 3294-8300

São Paulo – SP
Loja
• Shopping Aricanduva (Arco 201) Fone (11) 3019-4900

Curitiba – PR
Distribuidora
• Rebouças (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1762) Fone (41) 3330-5000
Lojas
• Shopping Palladium (Piso L2) Fone (41) 3330-6777
• ParkShopping Barigüi (loja 169) Fone (41) 3330-5185
• Rebouças (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1742) Fone (41) 3330-5109
• Rua das Flores (Av. Luiz Xavier, 78) Fone (41) 3330-5133
• Rua XV de Novembro, 870 Fone (41) 3330-5035 • Shopping Curitiba (Piso L1) Fone (41) 3330-5182 • Shopping Estação Fone (41) 3330-5118
• Shopping Müeller (Piso Cândido de Abreu) Fone (41) 3330-5042

Joinville – SC
Loja
• Shopping Müeller (1º piso - loja 1) Fone (47) 3433-6400

Camboriú – SC
Loja• Balneário Camboriú Shopping Fone (47) 3263-8512

Florianópolis – SC
Loja e Distribuidora • Estreito (Rua Fúlvio Aducci, 416) Fone (48) 3271-6000
Lojas
• Beiramar Shopping Barigüi (piso Joaquina - lojas 247 e 248) Fone (48) 3271-6030• R. Felipe Schmidt (Centro) Fone (48) 3271-6036

Porto Alegre –RS
Loja • Shopping Iguatemi (loja 210) Fone (51) 3328-5161

Além das lojas das Livrarias Porto (Livrarias Curitiba), o livro também pode ser comprado pela Internet. Clique aqui para acessar o site

terça-feira, 3 de junho de 2008

Poesia não vende? Não sabia

Desde cedo, ouço e leio desculpas (mentirinhas) de editores e “editores” que pregam o velho papo furado de que “poesia não vende”. Acho engraçado quando dizem isso, porque discordo abertamente, claro, e porque vivo de poesia – se poesia não vende, como é que eu vivo, meu Deus? Afinal de contas, eu como, me visto e etc... E sou poeta – um “defeito” para o feudalismo que manda no que sai das impressoras poderosas desse Brasil.
Mas eles – que pensam antes no dinheiro, muito dinheiro – e depois (quem sabe?) na arte, se enganam – e sabem disso. Porque quem foi que disse que eu, como poeta, quero ser um produto, para ser vendido, consumido? Quem foi que disse uma bobagem dessas? Quem foi que disse que o poeta é um produto de consumo? E quem foi que disse que poesia é sabonete?
Prefiro me manter poeta, ser poeta (não desistir é importante, vital) do que me entregar ao que os senhores feudais da literatura nacional pregam – é problema deles, não meu. O que eu quero é mostrar meu trabalho e já tive a “cara de pau” (olhem as aspas) e a coragem de publicar seis livros – num país onde pouco se lê se compararmos as coisas com o Chile e a Argentina.
Desde cedo, desde muito cedinho – lá quando me tomei por gente -, sempre vivi com essa pedra nos sapatos e nunca dei a mínima. Todos os que me conhecem sabem que sempre ri dessa gente poderosa, dessa gente latifundiária das letras alheias. Porque poesia vende, sim, senão eu nem estaria aqui escrevendo e me lembrando que acabei de comprar mais um belo livro de poesia. Vou lá na sala – acabei de trazer do centro – e começar a ler. Porque poesia é poesia e fim de papo, meu nego.